
Era um domingo de sol e um pouquinho de ressaca, depois do casamento do meu querido pai, onde peguei o buquê de rosas vermelhas. Acordei com uma vontade de ir ao Raimundo dos Queijos, confraria de boêmios cearenses, onde eu não ia, há alguns meses. Torpediei minha agenda telefônica e eis que minha grande amiga Verônica Maia me retorna com uma ligação de "vamos nessa, mulher". Liguei de pronto pra Carol e Bernardo que passaram lá em casa, enquanto Verônica buscava a Cintia Barros. Ao meio dia, já degustávamos queijos, castanhas e aquela cerveja geladíssima, trazida pela Claudinha na sua charmosa cestinha azul.
E quando é que eu imaginaria, que a cesta da Claudinha era capaz de me trazer bem mais que cervejas? Olhando para os lados, percebi aquele "corôa gato" que eu observara da última vez que tinha frequentado a travessa Crato, acompanhada de Márcio Caetano, Érika Carvalho e Drawlio Joca. A curiosidade fez com que eu perguntasse à Claudinha quem era aquele homem bonito e ela me disse seu nome, e que ele estava "mais que disponível". Na próxima cerveja, Cláudia trouxe o cartão do dito cujo e soltou a frase: "cobra que não anda não come".
Instigada pela filosofia da garçonete mais querida do Centro de Fortaleza, arrisquei mandar um torpedo com uma pergunta idiota, alusiva ao sobrenome do meu alvo. O fato é que a idiotice deu resultado e depois de alguns torpedos ele veio sentar-se junto a mim e ...
Ontem, comemoramos 1 mês de namoro e estamos vivendo uma paixão intensa, vibrante e pra valer. Estou feliz e otimista.
Viva o amor, as cervejas geladas e o Raimundo dos Queijos!
Viva especial à Claudinha, minha fada madrinha!
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